A Dança – Klauss Vianna

“A Dança” de Klauss Vianna

” Não decore os passos, aprenda o caminho”
Klauss Vianna

A dança…

É difícil vivenciar com intensidade nossas emoções e sentimentos mais profundos. Por vezes, esse enfrentamento assume a conotação de um risco, que nem todos estamos dispostos a enfrentar.

Acostumados a introjetar a ordem à nossa volta, habituamo-nos a não olhar, não ouvir, não sentir intensamente e desprezar a importância dos fatos e acontecimentos menores, quase imperceptíveis – embora fundamentais.

Quando trabalhamos o corpo é que podemos perceber melhor esses pequenos espaços internos, que passam a se manifestar através da dilatação.

Só então esses espaços respiram.

Os espaços correspondem às diversas articulações do corpo, onde é possível localizar importantes fluxos energéticos e onde se inserem os vários grupos musculares.

No seu sentido mais amplo, a idéia de espaço corporal está intimamente ligada à idéia de respiração – que, ao contrário do que pensamos, não se resume à entrada e à saída de ar pelo nariz. Na verdade, o corpo não respira apenas através dos pulmões.

Em linguagem corporal, fechar, calcificar e endurecer são sinônimos de asfixia, degeneração, esterilidade. Respirar, ao contrário, significa abrir, dar espaço.

Portanto, subtrair os espaços corporais é o mesmo que impedir a respiração, bloqueando o ritmo livre e natural dos movimentos.

Imagem muito forte de nossa emoção, a respiração representa nossa troca com o mundo.

Há dias em que estamos mais emocionados, mais tristes, ou alegres, ou ansiosos, ou eufóricos e toda nossa respiração se modifica.

A respiração abre espaços para percebermos musculaturas mais profundas que, simbolicamente, chamaremos de musculaturas da emoção.

O primeiro passo em direção a uma maior harmonia interna é deixar o ar penetrar fundo em nosso corpo.

Quando um ator ou bailarino se expressa mal, mais do que uma limitação técnica o que falta a estes intérpretes é ritmo universal.

Bloquear ou não saber lidar com a respiração, com a expansão e o recolhimento que conduzem o ritmo interno só contribui para criar couraças no corpo.

Pessoas de corpo inexpressivo estão privadas de oxigenação.

A partir do momento em que bloqueamos ou dificultamos nossa respiração interna, começamos a matar nossa sensibilidade, a intuição, todo o corpo.

Quando podamos a expressividade de nosso corpo, impedindo que respire, estamos cortando nosso cordão umbilical com o mundo.”

“…Quando o som penetra em nossos ouvidos – falo do som harmônico, musical, do som ideal para uma sala de aula – surge uma reação interna: esse som tem uma vibração e, ao captá-lo, nosso corpo gera movimento. É um princípio ingovernável que podemos aprender a domesticar.
Isadora Duncam trabalhou os cinco sentidos…”

Quando uma técnica artística não tem um sentido utilitário, se não me amadurece, nem me faz crescer, se não me livra de todos os falsos conceitos que me são jogados desde a infância, se não facilita meu caminho em direção ao autoconhecimento – então não faço arte, mas apenas um arremedo de arte. Não sou um bailarino, mas um mímico, o pior gênero de mímico. Conheço apenas a forma, que é fria, estática e repetitiva e nunca me aventuro na grande viagem do movimento, que é a vida e sempre tenta nos tirar do ciclo neurótico da repetição.
Se a dança se torna adulta em min, se levantar o braço é um processo que conheço intimamente, que conheço como meu, posso então criar um gesto maduro, individual. À medida que trabalhamos, é preciso buscar a origem, a essência, a história dos gestos – fugindo da repetição mecânica de formas vazias e pré fabricadas. Só assim o trabalho resultará em uma criação original, em uma técnica que é meio e não fim, pois a técnica só tem utilidade quando se transforma em uma segunda natureza do artista.” (58)

A repetição dos movimentos em uma sala de aula leva – ou deveria levar – à observação de nossas dificuldades. Nossas articulações funcionam como alavancas que conduzem nossos movimentos. Se faço um movimento e coloco a tenção em um ponto que não é o ideal, meu corpo faz uma compensação de forças. Somente a consciência do gesto me fará levar essa tensão para o ponto certo.

O que é uma técnica? Para mim, além de estética, a técnica tem que ter um sentido utilitário, claro e objetivo. De que me adianta saber fazer movimentos belos e complexos se isso não me amadurece nem me faz crescer? Se não me faz abandonar os falsos conceitos competitivos da dança e da arte, de que me adianta essa técnica? Um dos requisitos básicos de um movimento é que ele seja claro e objetivo – a beleza surge daí. Toda verdade é forte e bela. A arte não é gratuita: se não aprendo com ela, se não cresço com ela, então é a mesma coisa que não fazer nada. Como bailarino, preciso colocar minha personalidade a serviço da dança e de cada personagem que faço. É ridículo ouvir pessoas dizendo, no final de um espetáculo, “como ele salta, que beleza!” O próprio público é conservador e busca o que existe de mais fácil na arte. Mas eu não diria que o papel do artista e do bailarino é realçar esse lado conservador do público.” (61)

A primeira coisa que um professor precisa fazer é dar um corpo ao aluno. Mas como é possível dar um corpo a alguém? Todos sabemos que o corpo existe, mas sabemos intelectualmente. Só nos lembramos dele quando surge algum problema, alguma dor, uma febre. Para acordar esse corpo é preciso desestruturar, fazer com que a pessoa sinta e descubra a existência desse corpo. Somente aí é possível criar um código pessoal, não mais aquele código que me deram enquanto nasci e que venho repetindo desde então.” (62)

A energia do cosmo é uma espiral e essa energia se repete no corpo humano. Quando é interrompida, ou quando não temos consciência de sua existência, os movimentos tornam-se aleatórios e perdemos nossa individualidade. Então, quando uma técnica faz com que as pessoas prendam o joelho, apertem a bunda e estufem o peito, sem saber o motivo para isso, sem respeitar a individualidade de cada um, o corpo deixa de se relacionar com o ambiente, com o universo, com sua própria natureza. Não posso inventar, fabricar movimentos a partir do nada porque tudo tem um sentido muito profundo, tudo tem uma razão maior. Não podemos ficar longe desse circuito energético que é a relação entre microcosmo e macrocosmo.” (64)

“A dança é um ato de prazer, de vida, e só deixa de ser prazerosa e viva no momento em que passa a ser ginástica, exercício, competição de força e de ego. Uma aula não pode excluir a emoção: é preciso incorporá-la à aula. Então sou eu, com minha percepção, meus conhecimentos, vivências e emoções quem vai escolher o lugar na sala, quem vai levantar o braço, quem vai rodopiar – não é minha perna que vai subir porque o professor mandou.” (65)

“A dança e a movimentação cotidiana não se prendem ao passado ou ao futuro, nem a um professor. O que interessa é o agora. Ninguém melhor do que você pode questionar sua postura, suas ações. Não são as seqüências de postura dadas por uma pessoa à sua frente que vão fazer de você um bailarino ou uma pessoa de movimentação harmônica. A dança começa no conhecimento dos processos internos. Você é estimulado a adquirir a compreensão de cada músculo e do que acontece quando você se movimenta.” (86)

“Sentamos e andamos como pensamos. Olhando qualquer ser humano andando nas ruas pode-se determinar sua forma de vida. Com a prática, um apurado discernimento nos permitirá localizá-lo social e economicamente, ter uma idéia de sua situação na vida. Podemos conhecer nosso semelhante pelos movimentos que ele executa.
O corpo inteiro transmite um significado e conta uma história ao caminhar, ao ficar em pé ou ao sentar, ao estar, acordado ou adormecido. No intelectual, a vida é transmitida pelo rosto; no bailarino, o significado está nas pernas.” (89)
A memória gosta de relembrar do corpo inteiro: não é do rosto dos nosso spa pisque nos lembramos, mas de seus corpos e atitudes nas suas cadeiras prediletas, comendo, cozinhando, fumando, em todas as pequenas ações do cotidiano. Nós nos lembramos das pessoas como corpos em movimento e não rostos estáticos.
O comportamento poucas vezes é racional: habitualmente é emocional. Podemos dizer palavras sensatas como resultado de um raciocínio. Mas o ser inteiro reage às sensações. Para cada pensamento que surge a partir de uma sensação, um músculo se move. Através desses músculos, herança biológica do homem, o corpo inteiro registra a emoção.” (89)
As posturas da tradição dramática cristalizam a teoria dos atores e através do desenho de seus corpos é possível estudar as qualidades épicas em movimento. Culpa, astúcia, fantasia, mesquinhez, êxtase e atração transparecem em alguns movimentos das mãos. A Vicência de cada um transparece em seus movimentos e na postura. A personalidade entra na estrutura – mais uma vez pela negação ou pela afirmação pessoal.

Na expressão de cada um existe um equipamento mental e emocional, temperamento, experiências e preconceitos pessoais, influenciando e controlando a relação de cada parte do corpo com o todo. Este equipamento inclui o trabalho conjunto do movimento, a ação neuromuscular sobre os ossos.
Os ossos representam papel importante no sentido de controle e na posição de cada homem no mundo. Através deles cada um de nós determina seu grau de segurança, buscando continuamente o ritmo do movimento. Mecânica, fisiológica e psicologicamente o corpo humano é compelido a lutar por equilíbrio.” (90)

“O inconsciente é o tesouro e o cerne da criatividade e uma das chaves para a fisiologia… Mesmo no melhor cérebro, somente 15% da energia total são assimiláveis pelas determinações conscientes; 85% são usados no processo vegetativo, no funcionamento do coração e assim por diante… O corpo humano, assim como tudo o que for parte da vida, encontra os mesmos problemas estruturais de forças agindo reciprocamente… Através de uma força de alavanca organizada, os ossos dirigem e determinam o movimento. Nossos corpos têm uma história que ultrapassa em milhões de anos a história da inteligência humana e este fato influencia de diversas maneiras a atitude humana perante a vida.”(92)

“Mesmo que as descobertas científicas sejam negadas por alguns, deve-se admitir que o corpo do bebê já se formava antes que ele começasse a pensar, falar e dar evidências da inteligência humana. Mas quando, na criança pequena, raciocínios poderosos gradualmente se desenvolvem, sua atenção começa a se dirigir não mais para o corpo e sim para o ambiente em que vive. Assim, inicia-se um processo de distanciamento intelectual do próprio corpo.”(92)
“O ser humano, assim, é um composto de forças equilibradas. Manter o apoio estrutural com o menor esforço possível nas diversas partes é um problema de ajustamento corporal às forças externas, principalmente a mecânica.
Através do equilíbrio o homem conserva a energia nervosa e dessa forma beneficia diretamente toda a sua atividade, tanto a mental quanto a física. Nesta fase do processo evolutivo, em que o homem assumiu a postura vertical, assegurou ao mesmo tempo liberdade de movimentos e maior controle sobre o meio ambiente.”(96)
“Como vimos, ao desequilíbrio emocional corresponde um desequilíbrio postural, provocado por tensões de toda ordem. No entanto, a tensão em si não constitui um problema, pois sem ela não conseguiríamos nos manter em pé ou sustentar o peso de nossa estrutura, cedendo à força da gravidade, que constantemente nos impele à queda. Na verdade, o problema está no acumulo de tensões, nas tensões localizadas que restringem a capacidade de movimento das articulações e dos grupos musculares, obstruindo o fluxo energético que atravessa nosso corpo.
Ao observar as posturas que normalmente adotamos, é possível perceber de onde provém a maior parte das tensões. Uma tensão localizada nos joelhos ou nos cotovelos pode limitar nossa capacidade de andar ou de movimentar livremente os braços, mas esse problema pode ser evitado através do relaxamento da articulação correspondente.

Teoricamente, essa estrutura óssea deve estar sempre aberta e, para isso, costumamos empregar vários exercícios de alongamento muscular e de conservação dos espaços internos. Por exemplo: se preservarmos um maior espaço para os pulmões, a respiração ganha mais amplitude e há uma melhor oxigenação de todo o organismo, um verdadeiro incremento de energia vital. Isso pode proporcionar prazer, relaxamento e alívio da tensão muscular.”(96)

No início do trabalho corporal é muito difícil localizar as tensões musculares. Elas estão estritamente ligadas às tensões de fundo emocional e mental e em geral surgiram há tanto tempo que na maioria das vezes já constituem um hábito ou uma segunda natureza…”(98)

“No corpo humano existem vários pontos suscetíveis de tensão. Além dos anéis amplamente estudados por Reich, a língua, o cotovelo, o joelho e o dedão do pé são também grandes focos de tensão…”(98)

– Trechos do Livro de Klauss Vianna “A Dança”

” Não decore os passos, aprenda o caminho”

 

http://www.klaussvianna.art.br/

Shakti Yoga – Yoga Feminina

Shakti Yoga – Yoga Feminina


Shakti Yoga – Yoga Feminina
:  Yoga Dance e Yoga Meditativa Femininas

Shakti Yoga é o  Yoga feminino que promove o reconhecimento e despertar do Poder-Sabedoria Interior na mulher através de praticas de danças, yoga bioenergética e meditações especiais. Shakti Yoga é umas das modalidade do sistema Shakti Vidya um sistema de Sabedorias e Práticas que compreende os verdadeiros  saberes e poderes, das grandes mestras de antigos círculos femininos de Curas e Autorealização. Shakti Yoga constitui as práticas específicas para mulheres que através dos movimentos das danças ancestrais e tradicionais femininas em conjunto com visualizações e meditações específicas, ajudam a reconhecer, verdadeiramente, sua essência feminina, acelerando o despertar. Shakti Yoga é o método de base para o Shakti Vidya que promove o verdadeiro reequilibrio do ciclo hormonal-psíquico, reintegrando a energia ovariana e uterina (transformação da energia essencial em vital e em poder mental, espiritual/ poder da cosnciência), que purifica, alinha, harmoniza as vibrações, produz rejuvenescimento, saúde corporal, sexual, emocional e mental; possibilita a  integração dos arquétipos femininos, os principais aspectos da essência feminina – o real Poder Essencial da mulher para total Autoconsciência e realização.

Práticas realizadas num encontro de Shakti Yoga:

1 – Meditação Integrativa – Visualizações diretivas e criativas, meditações de plena atenção, insights, e afins. – Harmonização e alinhamento de centros e corpos vibracionais, reorientação da energia essencial (ou sexual-reprodutiva), vital para a transformação em energia mental e espiritual. Integração (processo individual, porém interdependente) dos círculos mais básicos das Shaktis (princípios femininos, seus aspectos e subaspectos principais) – Shakti Vajra Yoga

2 – Dança Integrativa Feminina – matrizes de movimento das danças étnicas sagradas femininas onde o corpo da mulher se reencontra com a sua natureza primeira através das imagens arquetípicas relacionadas a tais movimentos e suas sensações. – Shakti Yoga Dance

3 – Posturas e movimentos bio-psíquicos – consciência e alinhamento corporal, flexibilidade, energia vital etc. – especiais para o corpo físico e sutil das mulheres. – Shakti Vajra Prana Yoga ou Shakti Prana Yoga

(Obs: Este Curso pode ser realizado nas modalidades Livre e/ou Formação de Instrutoras.)

Programa:

– Treinamento Individual – são aulas personalizadas e adaptadas para as necessidades específicas de cada aluna. Há uma avaliação e também, acompanhamento de aconselhamento (dentro da filosofia do Yoga) e recomendações terapêuticas (naturologia integrativa – Chikitsa Vidya e naturologia feminina – Shakti Chikitsa)

–   Treinamento em grupo –  Círculo de mulheres  Prática de Shakti Yoga (com Shakti Yoga Dance): um encontro com o grupo num domingo periódico das 9:00 às 12:00 (na sede do Círculo NUMIN – www.numin.org.br) e/ou das 14:00 às 17:00hs (avançado)

Shakti Yoga Dance – yoga dança para mulheres

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Shakti Yoga Dance  (Shakti Natya): Yoga Integrativa para mulheres;

A Verdadeira Yoga Dança Feminina ou Shakti Dance  (Aulas – Treinamentos):

 

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www.shaktiyogadance.com.br

A Shakti Yoga Dance possibilita harmonização da energia vital para o equilíbrio físico-energético da mulher. Reúne a sabedoria e práticas psicofísicas indianas, chinesas, tibetanas, movimentos especiais de danças femininas como danças étnicas ciganas russa, turca, árabe, espanhola, dança do ventre etc, sendo suas matrizes de movimento e ritmo, consideradas yogas no sentido do seu trabalho com energias corporais e psíquicas, neste caso específicas para as mulheres; para o corpo e psique feminina.

CORPO E MENTE

Técnicas de respiração, concentração, meditação, relaxamento, flexibilidade, alinhamento e fortalecimento para equilíbrio físico, emocional e mental, consciência e harmonização bio-psíquica – integra as etapas físico-energéticas – exercícios, movimentos e posturas da yoga indiana, yoga chinesa, yoga tibetana e danças étnicas femininas, que alinham, vitalizam melhor as regiões sacral, toráxica, ajudam a afinar a cintura, fortalecer o assoalho pélvico. Métodos: combinações sequenciais de posturas e movimentos corporais e  bio-psíquicos, mudras, bhandas, dristhi etc – especial para mulheres etc.

Tais métodos lidam com o treinamento e a aplicação da energia cósmica, da mãe terra e interior para nossas inúmeras necessidades, particularmente a saúde, a força interior,o desenvolvimento mental e o crescimento espiritual, e pode ser utilizado por qualquer pessoa.

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Benefício da Técnica:

controle do stress, rejuvenescimento, saúde física (equilíbrio hormonal, digestivo, ósseo, tratamento da obesidade, etc), psíquica (ansiedade, depressão, estresse, TPM, etc) – equilíbrio físico-emocional-mental; estímulo da auto estima, auto confiança, força de vontade, determinação, concentração, realização de metas, criatividade (desenvolvimento de soluções), ampliação da percepção e consciência corporal, reintegração e harmonização e transformação da energia para despertar da consciência.

Dança Integrativa Feminina: O Universo Feminino em Movimento –REVELANDO A ESSÊNCIA FEMININA ou sagrado feminino – a SHAKTI – ATRAVÉS DA DANÇA – Reconhecendo cada aspecto da Essência Feminina – SHAKTI , o poder interior, o princípio feminino supremo – através da dança.
As diversas Danças Étnicas trazem consigo movimentos repletos de simbologias e arquétipos do universo feminino. Estas danças, dentre as quais poderíamos citar:
As Danças árabes Femininas, Dança do ventre, a Dança Flamenca, Danças Ciganas, a Dança Indiana, Danças Afro-Brasileiras, Danças Tribais e outras, têm suas origens em tempos remotos, quando não havia separação entre arte e espiritualidade e entre espetáculo e ritual, ou entre arte e espiritualidade. Dentro do âmbito da cultura popular, sempre existiu o intercâmbio entre tradições diversas, havendo, portanto, constantes confluências de saberes. A proposta desta Linguagem “Dança Integrativa Feminina” é difundir o resgate artístico dos vínculos que estas danças mantiveram entre si, atualizados numa perspectiva contemporânea, utilizando os signos e arquétipos do feminino, presentes de maneira sincrética, dentro de várias tradições culturais e combinar as abordagens físicas, psíquicas e ‘espirituais’ do Yoga (principalmente do Shakti Yoga e Shakti Vidya). Devido a multiplicidade de culturas de dança que influenciaram e foram influenciadas pelas danças ciganas, utilizamos neste curso a abordagem síntese dessas danças ciganas como núcleo.
A Dança Integrativa Feminina têm como temática a própria essência do feminino, com suas diversas facetas, que percorrem as mais variadas nuances da mulher contemporânea, desde a sutileza e suavidade, passando pela força arrebatadora de uma guerreira até a sacralidade e poder de autoconsciência e autorealização de uma sacerdotisa, sendo tais características da feminilidade relacionadas expressivamente aos movimentos corporais e a elementos e simbologias. Enfim, a vivência das Danças Étnicas de cunho feminino trazem à tona a diversidade expressiva do ser feminino e sua (re)conexão aos elementos que lhe são intrínsecosauxiliando no processos de auto-conhecimento e desenvolvimento de uma identidade pessoal expressiva.

shakti yoga mulher yoga mulheres ioga mulher danca feminina yoga dança femininacampinas jundiai minas gerais mato grossoO que é YOGA?

Yoga é um termo sanscrito que significa literalmente “jungir”, “ligar”, “reunir”, “união”, “comunhão”. Yoga é um sistema filosófico, ou melhor, de Sabedoria originado na India antiga, porém está relacionado também a outros sistemas orientais que através de métodos e conhecimentos diferenciados buscam atingir a mesma finalidade.

O Yoga tem como objetivo, através das técnicas (que não se restringe somente ao físico-energético, mas principalmente ao mental, ou seja a mente sutil e supra sutil) e conhecimentos, a transformação, o despertar da consciência ordinária (autoconsciência) e a Autorealização ou Iluminação.

 

Treinamento Individual, Encontros periódicos de Grupos – Círculo de Mulheres – 

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Curso Livre e de Formação em Shakti Yoga – Dança Integrativa Feminina

Curso de Formação de instrutoras em Shakti Yoga / Shakti Natya – Dança Integrativa Feminina:

Dança-Teatro Integrativa Feminina 

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Curso Formação de Instrutoras em SHAKTI YOGA (Shakti Natya) – Yoga Dança Teatro Feminina – Dança Integrativa Feminina:

O SHAKTI YOGA / Shakti Natya corresponde também as práticas físico ‘energéticas’ realizadas no curso e sistema  de Sabedoria Sagrada Feminina – Shakti Vidya. O Shakti Yoga possibilita harmonização da energia vital para o equilíbrio psicofísico da mulher.

 ATENÇÃO: Este curso também pode ser realizado apenas com o objetivo de Autodesenvolvimento e Autorealização – Despertar Feminino, sem a intenção de ser instrutora (não necessita realizar as partes relativas a instrução como das horas de estágio etc) – 

O Shakti Yoga –  prática integrativa feminina, reúne as sabedorias e práticas bio-energéticas e mentais baseadas nas tradições femininas indianas, chinesas, tibetanas, egipcias, shamanicas e toltecas unidas a movimentos especiais de danças étnicas femininas e praticas de movimento somático orientais (yoga, chi kung, kun nye, tai chi e afins) e ocidentais etc, São consideradas ‘yogas’ no sentido do seu trabalho com as energias corporais, com as técnicas de respiração, concentração, meditação, relaxamento, flexibilidade, alinhamento e fortalecimento para equilíbrio físico, emocional e mental, consciência e harmonização bio-psíquica.  Métodos: combinações sequenciais de posturas e movimentos corporais e bio-psíquicos (treinamentos integrativos orientais e danças femininas* c/ mudras, bhandas, dristhi etc) especial para mulheres etc..  incluindo práticas de Yogas Meditativas (exercícios respiratórios, visualizações e meditações) que objetivam a conexão e domínio de nossa mente sutil e supra sutil e reconexão a sua feminilidade essencial, à Mãe Terra – para despertar e desenvolver o poder e a sabedoria interior na mulher, condição que as habilita a se libertar de todas as limitações que nos são impostas pelo nosso modo de vida convencional e alcançar uma vida mais significativa, manifestando o Sublime neste mundo tão necessitado de transformações, consciência e realizações.

Dança Integrativa Feminina (Shakti Yoga, Shakti Natya):

REVELANDO A ESSÊNCIA FEMININA, reintegrando a sacralidade feminina ou sagrado feminino; A SHAKTI, ATRAVÉS DA DANÇA, MOVIMENTOS EXPRESSIVOS, CRIATIVOS, INTEGRATIVOS e práticas de Yoga Meditativa:

Dança Integrativa Feminina: Reconhecendo cada aspecto da Essência Feminina – a SHAKTI , o poder interior, o princípio feminino supremo – através da dança integrativa e práticas meditativas especiais para o corpo e psique da mulher.

A Dança Integrativa Feminina, compreende um conjunto de saberes e práticas orientais e ocidentais de práticas integrativas (energéticas ou somáticas: Yoga, Tai Chi, Chi Kung, Kun Nye combinadas a técnicas psico-corporais/somáticas dinâmicas ocidentais contemporâneas – para conscientização do corpo/soma e do movimento) assim como elementos das diversas Danças Étnicas Femininas como as Danças Árabes Femininas; a Dança Indiana; a Dança Flamenca, Danças Ciganas e as Danças Afro-Brasileiras; incluindo a fusões de danças étnicas contemporâneas.  São danças que têm suas origens em tempos remotos, quando não havia divissão entre espetáculo e ritual, quando a dança era sagrada.

Tais práticas, principalmente as danças se compõe de movimentos repletos de simbologias e arquétipos do universo feminino e possuem vínculos entre si, matrizes de movimentos e idéias, utilizando os signos e arquétipos do feminino, presentes de maneira integrada, dentro de várias tradições culturais. Acompanhando a arte da dança feminina, as práticas meditativas como visualizações criativas, diretivas, meditações contemplativas, e de plena atenção e energia, amplificam e orientam a ‘energia’ purificada e vitalizada e a abertura ou receptividade da consciência produzida no processo da dança.

A DIF têm como temática a própria essência do feminino, com suas diversas facetas, que percorrem as mais variadas nuances da mulher de todos os tempos e presente como nunca na mulher contemporânea, desde a sutileza e suavidade do feminino puro, passando pela a força arrebatadora e estratégica de uma guerreira, a inteligência e carisma de uma líder, a criatividade e  harmonia de uma artesã, até a amorosidade generosa de uma curadora, o poder transformador e purificador da mulher anticonvencional, a responsabilidade e cuidado da mãe protetora e nutridora, a sensibilidade e receptividade da mulher companheira e a sabedoria espiritual de uma sacerdotisa; sendo tais tônicas ou aspectos da feminilidade relacionadas expressivamente aos movimentos corporais e a elementos e simbologias encontradas na natureza.

Enfim, a vivência da Dança Integrativa Feminina traz a tona a diversidade expressiva do ser feminino e sua (re)conexão a Terra, ao cósmos, auxiliando no processos de auto-conhecimento e desenvolvimento de uma identidade pessoal expressiva. A Dança Integrativa Feminina é uma  fusão de múltiplas linguagens na construção de uma linguagem integradora e contemporânea. Uma forte característica trazida destas danças é a coletividade, o círculo (a mandala). As bailarinas yoguinis, as Shaktis, num círculo celebram a vida, os ciclos, as conexões, a natureza e as relações.  No grande círculo, as bailarinas têm a oportunidade de se comunicarem visualmente, de dançarem umas para as outras, de manterem o vínculo que as une. Tudo é representado de uma forma livre, espontanea, mas também simbólica e interpretativa e conscientizadora. No círculo também se integram e amplificam as tônicas ‘energéticas’ unindo e redistribuindo o ‘poder’ gerado pela dança através das práticas meditativas que acompanham.

Dança Integrativa Feminina (DIF), é a construção de um sistema para uma linguagem de dança desenvolvida especificamente para o corpo físico e sutil feminino, de acordo com as suas necessidades e especificações físicas e psíquicas, e cujas matrizes de movimento sejam totalmente baseadas em movimentos contemplativos e expressivos, nas dança étnicas femininas, ancestrais e sagradas. A DIF integra o universo simbólico feminino, os ritmos, movimentos, sonoridades e idiomas e assim, o corpo feminino vai se reencontrando com a sua natureza primeira e se integrando a verdadeira essência feminina.

Ao longo dessa vivência em DIF vai se ‘reconectando’ ao feminino através do corpo, dos movimentos corporais, a partir dos padrões de movimentos que se repetem em diferentes culturas. A mulher vai reconhecendo em seu próprio corpo imagens arquetípicas femininas que se tornam movimento, como Leminiscatas, círculos, espirais e inúmeras outras formas sinuosas que vão conduzindo o corpo feminino a um reencontro consigo mesma, a redescoberta do próprio soma (corpo alma) e de como se autoconhecer, se expressar, se relacionar.

Metodologia –

 O curso  de formação em Shakti Yoga/ Shakti Natya – tem duração mínima de 200 hs e a Oficina Completa pode ser realizada em 80 horas – por 13 meses, o tempo mínimo necessário para que a praticante tenha contato com a corporalidade; a técnica e instrumentais de criação dentro desta linguagem de autoconhecimento, harmonia e expressividade.

Programa:

1 – Aspectos basicos do feminino essencial ou a feminilidade essencial (pela abordagem do Yoga, sabedoria oriental e da psicologia ocidental) – A ‘bela adormecida’ desperta para sua iniciação – De princesa cativa a rainha soberana e companheira: A Shakti Guia (nosso poder interior individual que integra todos os demais poderes ou Shaktis – o aspecto feminino de nosso Eu Superior ou Self)

– Corporalidade Feminina e Formas Simbólica

 –  posturas e movimentos para consciência e expressividade corporal, alinhamento, flexibilidade e fortalecimento corporal (gerais e especiais para o corpo feminino utilizadas na prática do yoga físico-energético e danças ancestrais orientais femininas) – nível básico. Movimentos corporais para coordenação corporal,  ritmo, fluidez – soltura da cabeça-cânio, tórax e quaril para purificação e reorientação das energias sutis –  nível básico.

  • Cabeça (movimentos de giro, circulares, leminiscatas)
  • Torso – torax, cintura (movimentos ondulantes e batidos)
  • Braços (posturas indianas e flamencas; espirais)
  • Mãos (hastas; mudras; círculos; ondulações; dedilhados)
  • Cintura e Quadris (oitos, ondulações, batidas e vibrações)
  • Virilha e Pernas (movimentos de giro, leminiscatas)
  • Pés (enraizamento, percussões)
  • Giros
  • Uso dos níveis Alto, Médio e Baixo
  • Natya   – baseadas nas danças femininas – trabalhando cada arquetipo do feminino (cada aspecto de Shakti) Sequência coreografica livre de yoga dança Atma Shakti – Shakti Guia ou Aspecto feminino do eu Superior – Reconhecendo a Feminilidade Essencial e Sequência coreográfica purificação

– Pranayamas – exercícios respiratórios para controle e direcionamento da energia. Bandhas –  fechos, bloqueios ou ‘contrações’ internas do corpo que usadas na prática do yoga físico-energético que ajudam no direcionamento da energia a determinadas partes do corpo, com o objetivo de estimular a energia essencial. – combina com exercícios de controle da musculatura pélvica e canal vaginal. –  Relaxamentos e afins / 

– Meditações com Visualizações de conexão interior incluindo Mantra e Samatha – prática de mantras das Shaktis (vibrações especiaisde conexão com a Shakti pessoal ou Shakti Guia) com meditação focando na receptividade (estar presente – plena atenção) – Praticas Meditativas básicas e Yoga meditativa da Shakti Guia (compacta)

2 – A constituição sutil do corpo, os elementos da natureza (terra, água, fogo, ar, éter) e suas expressões mais superiores: As Shaktis (poder interior) dos Elementos/ da Natureza – Relações do Feminino em Movimento com o Tempo-Espaço – reconhecimento e integração a feminilidade essencial ou poder interior.

Relações do Feminino em Movimento com o Tempo-Espaço:

  • Ritmos e Percussão
  • Repertório de matrizes integradas de movimento
  • Movimentos em deslocamento Espacial
  • Introdução à Improvisação Coordenada
  • Sequência coreografica de yoga dança Shaktis dos elementos (= poder dos elementos) – Reconhecendo a Feminilidade Essencial através dos elementos e poderes da natureza )

Esses métodos trazem instrumentos para que a intérprete crie suas próprias composições a partir de temas relacionados à questões femininas, socio-culturais, autobiográficas, comportamentais, psíquicas, arquetipais, mitológicas e espirituais

– Fisiologia e a anatomia do corpo.

– posturas para consciência, alinhamento, flexibilidade e fortalecimento corporal. Posturas especiais para o corpo feminino utilizadas na prática do yoga físico-energético e danças ancestrais orientais femininas – nível intermediário. Rajas – movimentos corporais para coordenação corporal,  ritmo, fluidez – soltura da cabeça-cânio, tórax e quaril para purificação e reorientação das energias sutis – nível intermediário.

– Pranayamas – exercícios respiratórios para controle e direcionamento da energia – nível intermediário. – Mudras –  selos –  gesto com as mãos e dedos que são usadas na prática do yoga físico-energético e danças ancestrais orientais femininas. – Dristhis – Olhar fixamente para um ponto – um ponto fixo da visão (externa e interna) durante a prática do yoga físico-energético e danças ancestrais orientais femininas.

– Meditações com Visualizações de conexão interior de nível intermediário incluindo Mantra e Samatha – prática de mantras das Shaktis (vibrações especiais de conexão com as Shaktis dos elementos) com meditação focando na receptividade (estar presente – plena atenção) – Praticas Meditativas intermediarias – Shakti Guia (compacta)

3 – O corpo e a alma feminina em todas as suas formas e aspectos – Os arquétipos femininos: A essência feminina e seus aspectos de expressão primordial – O Eu-Feminino e suas Relações com o Meio.

  • Expressividade e Criatividade
  • Desenvolvimento de matrizes de movimento mais elaboradas
  • Improvisações Individuais
  • Jogos Grupais de Improvisação e Contato
  • Desenvolvimento Coreográfico a partir de Improvisação Coordenada
  • Continuação – Sequência coreografica de yoga dança Shaktis dos elementos – Reconhecendo a Feminilidade Essencial através dos elementos e poderes da natureza – nível avançado
  • Dança devocional e ritualística
  • – movimentos para coordenação corporal,  ritmo, fluidez – soltura da cabeça-cânio, tórax e quaril para purificação e reorientação das energias sutis – nível intermediário avançado.
  • – Pranayamas – exercícios respiratórios para controle e direcionamento da energia – nível avançado. Mudras –  selos –  gesto com as mãos e dedos que são usadas na prática do yoga físico-energético e danças ancestrais orientais femininas. . Dristhis – Olhar fixamente para um ponto – um ponto fixo da visão (externa e interna) durante a prática do yoga físico-energético e das danças ancestrais orientais femininas. (nível avançado)
  • – Meditações com Visualizações de conexão interior de nível intermediário incluindo Mantra e Samatha – prática de mantras das Shaktis (vibrações especiais de conexão e ativação do Agni – fogo purificador e transformador feminino –  para purificação dos canais energéticos) com meditação focando na receptividade (estar presente – plena atenção) – Inclui também Visualização ou Imaginação Ativa. – Praticas Meditativas intermediarias – Shakti  dos Elementos (compacta)
  • – Praticas Meditativas intermediarias – Shakti  dos Elementos (completa)

    4 – Os arquétipos femininos: A essência feminina e seus aspectos de expressão primordial (continuação) – O Feminino e a Criação Artística/expressiva e Espiritual – O Eu-Feminino e suas Relações com a Unidade e a Totalidade

    – Reorganizando os treinos anteriores

    – Exercícios de Imaginação Ativa por meio da Dança

    – Trabalhando o yoga dança Shaktis Primordiais – Os arquétipos femininos  (Natya – coreografias livres baseadas nas danças femininas – trabalhando cada arquetipo do feminino (cada aspecto de Shakti)

    Ao Final deste processo a participante estará apta a treinar, conscientizar-se e expressar-se por meio desta linguagem autocosncientizadora, expressiva e integrativa de maneira individual e/ou grupal. Ela poderá vivenciar com mais saber e experiência os processos criativos coreográficos; improvisações coordenadas e desenvolvimento de processos criativos integrativos. Além destes propósitos formais de capacitação expressiva e artística; o curso tem como grande objetivo o auto conhecimento e conexão com o feminino imanente e transcendente, visto que as aulas constituem-se, ao longo de todo o processo, de trabalhos físicos; criativos e meditativos.

    Obs: Tais métodos lidam com o treinamento e a aplicação da energia terrena e cósmica, da Mãe Terra e da Feminilidade Essencial pessoal da mulher e feminilidade ‘coletiva’ / planetária e cósmica,  para nossas inúmeras necessidades, particularmente a saúde, a força interior, o desenvolvimento mental, o crescimento e despertar espiritual, e pode ser utilizado por qualquer mulher que esteja receptiva para está sabedoria e ‘técnicas’.

    Benefícios da Técnica: 

    Controle do stress, rejuvenescimento, saúde física (equilíbrio hormonal, digestivo, ósseo, tratamento da obesidade, etc), psíquica (ansiedade, depressão, estresse, TPM, etc) – equilíbrio físico-emocional-mental; estímulo da auto estima, auto confiança, força de vontade, determinação, concentração, realização de metas, criatividade (desenvolvimento de soluções), ampliação da percepção e consciência corporal, reintegração e harmonização e transformação da energia para despertar da consciência.

    PROGRAMAÇÃO.

    Formato semipresencial coletivo: Curso semi presencial: Encontros presenciais em grupo + curso a distancia com textos + encontros online individuais + vídeos, áudios – (totalizando 200 horas de curso).

    Formato semipresencial individual – Curso-Mentoria Individual: Encontro intensivo presencial + aulas online + plataforma EAD (referente as 200 hs do curso em grupo/coletivo)

Atenção: Neste ano teremos o curso de Formação de Facilitadoras de Circulo de Mulheres I, que inclui a Formação em Dança Integrativa Feminina I

Curso de Formação de Facilitadoras e Condutoras de Círculo de Mulheres: Saberes e Práticas Ancestrais do Sagrado Feminino (click p entrar no link)

  • REVELANDO A ESSÊNCIA FEMININA ou sagrado feminino – A SHAKTI – ATRAVÉS DA DANÇA:

    Dança Integrativa Feminina: O Universo Feminino em Movimento e Expressão – Reconhecendo cada aspecto da Essência Feminina – SHAKTI , o poder interior, o princípio feminino supremo – através da dança.

    Professora: Aline Rodrigues (curriculum)

    Consultora e professora:  Kamilla Mesquita –  Bailarina; Coreógrafa e Intérprete-Criadora; sua pesquisa tem ênfase na área de Danças de Cunho Feminino. Bacharel e Licenciada, Mestre e Doutora em Dança pelo Instituto de Artes da Unicamp, Professora Universitária. Diretora-artística de Dança Étnica Contemporânea.

    Shakti Yoga – Shakti Vidya –  sao paulo campinas jundiai itupeva indaiatuba aiuruoca maria da fe itajuba sao lourenco minas gerais caxambu rio de janeiro curitiba nova xavantina agua boa mt 

     

Shakti Terapia – Shakti Chikitsa

Shakti Terapia – Shakti Chikitsa

Shakti Terapia (Shakti Chikitsa)

Shakti CHIKITSA Vidya: Shakti Terapia – Terapia do poder superior;  o poder da consciência, que ativa o poder da mente e do corpo

Aplicação e Capacitação em terapia e cura acelerada através da Energia ou Poder Interior – Shakti.

Shakti CHIKITSA Vidya: Shakti Terapia (Shakti significa princípio feminino do absoluto ou o poder da consciência, poder superior, poder da mente, poder do corpo, energia inteligente, e  “Chikitsa” significa ‘terapia’) – Terapia do poder superior – Shakti Healing;  o poder da consciência, que ativa o poder da mente e do corpo é um sistema de técnicas que objetiva harmonizar os campos energéticos de um ser vivo através  da manipulação da energia essencial, vital (Prana) e mental para cura e abertura de consciência. Em alguns aspectos e em algumas das técnicas possui parentesco com Terapia Prânica, Qigong (Chi Kung ou ki kung), Reiki, Cura Espiritual, Cura Carismática, Cura Magnética, Seikin, Terapia Quântica  e afins  pois trabalha para ativar a cura psíquica, cura vital  utilizando imposição das mãos e também se usa de mantras secretos, formas (yantras) visualização de cores, formas, arquétipos de poder ativando a cura tanto no nível essencial, vital e mental, chegando a ajudar a modificar até os níveis percepção da realidade  (pela mudança da energia mental – padrão mental) ou seja ajuda a pessoa a estar mais desperta nos níveis de existência da qual ela muitas vezes não consegue estar presente (como nos sonhos) ou reconhecendo a atuação da força do inconsciente no seu comportamento.

Shakti Chikitsa Vidya é um método do Shakti Vidya, um sistema de sabedoria antigo que está sendo redescoberto e readaptado as necessidades do mundo atual.

O objetivo da terapia é purificar, transmutar, despertar ou libertar obstruções e limitações ‘energéticas’ e também proteger os corpos vibracionais de possíveis explorações energéticas (principalmente no caso das mulheres).

Este método vai agir tanto na pessoa que o transmite como na que recebe o tratamento. Atua em distúrbios físicos, emocionais, mentais  que são reflexos de desequilíbrios nos campos e corpos de energia. As técnicas mais avançadas atuam até mesmo para abertura espiritual.

No nível mais básico do método Shakti Chikitsa ou Shakti Terapia usa duas técnicas mais conhecidas como remoção da energia desequilibrada (limpeza ou varredura), e projeção de prana ou ativação da energia vital do corpo  (energização) porém aí já se usa, além de imposição de mãos (sem a necessidade de toque físico), também mantras e yantras (sons e formas de poder).

A energia Shakti é ativada pelo poder de mantras antigos na linguagem divina, juntamente com os Yantras (formas, mandalas) adequados.

As técnicas no sistema Shakti são poderosas e  efetivas. Há também uma variedade de técnicas  terapeuticas para tratar do  físico, energético, emocional, mental.

Outro aspecto positivo do sistema Shakti é a ênfase na auto-cura. Esta é uma solução para a limitação de canalização de alguém que ainda não alcançou Auto-Realização. O maior benefício da autocura é que se alguém que sofre de uma doença particular faz o esforço para aplicar as técnicas, o efeito de cura é multiplicado muitas vezes!

A Cura pela Shakti aproveita da mais alta fonte de energia e tem a maior flexibilidade, além de ser com base na autêntica tradição do Himalaia.

Os movimentos e imposições das mãos os mantras e Yantras  ajudam a alteração e aumento da freqüências de energia (podem chegar – dependendo do aluno – a saltos de nível de energia – chamado de ‘salto quantico’ por outras linhas de cura) o agente terapeutico atua como facilitador de harmonização física, emocional, espiritual e mental do cliente, aluno mesmo que ele esteja inconsciente ou incrédulo. É claro que se houver uma sintonia entre agente terapeutico e cliente ou aluno o processo de cura é muito mais rápido e eficaz.

Shakti ‘e Energia da força vital, que inflama seu corpo e sua capacidade de cura natural.

Destina-se a:
• ser aprendida por qualquer mulher (pelo menos por um determinado período de tempo), sem pré requisitos de conhecimento, talento ou dom especial, apenas intensão de autocura e ajuda aos outros seres;
• ser complementar a outras formas terapêuticas,   respeitando também todas as religiões e filosofias de vida e cura;
• ser complementar a medicina tradicional que deve estar sempre presente;

Pode ser utilizado em:

. distúrbios fisicos, psíquicos e mentais

.  doença aguda e crônica.

. falta de energia e estresse

.  antes e depois de uma cirurgia.

. frequentes instabilidades emocionais como explosões de raiva, medo, apego,

. Ansiedade, sindrome do pânico, depressão e outros desturbios mentais ‘de época’

. repetição de pensamentos negativos – crenças limitantes, sentimentos ‘negativos’

. indecisões

. frequentes acidentes e incidentes

. instabilidades na vida profissional e relacionamentos

. sofre influências de ‘vibrações externas’

Como funciona:

Altas frequências de vibração modificam as vibrações baixas do corpo, atuando como harmonizantes nos níveis dos corpos sutis até o orgânico.

O mundo físico é reflexo do mundo sutil ou mental, por isso a Shakti Terapia trabalha também com a modificação dos padrões mentais do indivíduo, trazendo novas percepções de vida e de mundo.

O universo é armazém de variações infinitas de energia das manifestações de Shakti de plantas, animais, tattvas, sons, corpos celestes. Existem ervas, há processos energéticos, pedras, energias e muitos poderes ocultos dentro do corpo humano.

Os especialistas em cura Shakti usam as energias tatvicas, gemas, ervas, yantras, símbolos e certos processos mente-corpo. Além de usar os meios tangíveis, um curador Shakti é capaz de trabalhar com as energias mais finas dos reinos superiores para o bem através da aplicação de poderosos Yantras, Mantras e processos de energia secreta dentro e fora do corpo humano.